Política de Privacidade
Versão de 5 de outubro de 2026.
Esta política explica quais dados pessoais a gente guarda quando você compra e usa o Sonho no Chile, para que eles servem, com quem são compartilhados e o que você pode exigir da gente a qualquer momento.
O controlador dos dados é DATAGLUON LTDA, CNPJ 61.600.501/0001-01, com endereço em Av. Paulista, 777, andar 15, conjunto 15, sala 1791, Bela Vista, São Paulo, SP, CEP 01311-914. Para falar sobre privacidade, escreva para suporte@sonhonochile.com.
O essencial, para quem não vai ler as nove seções:
- A gente não vende nem aluga os seus dados, e não os entrega para quem quer anunciar para você.
- As perguntas sobre mobilidade e preferência alimentar são opcionais, só saem do lugar com o seu consentimento, e servem apenas para mudar o que aparece no seu guia.
- Você pode pedir cópia, correção ou exclusão dos seus dados a qualquer momento, e a gente responde em até 15 dias.
O resto desta página é o detalhe de cada uma dessas três coisas, e o que a lei manda a gente declarar.
1. O que a gente guarda
Quando você compra
- Nome, e-mail e CPF, que vêm do checkout.
- Valor, meio de pagamento, parcelas, cupom e a situação do pedido.
- De onde veio a sua compra: os parâmetros de campanha do link em que você clicou (por exemplo, que a visita veio do nosso Instagram) e os identificadores de anúncio e de visita (o do Google Analytics) que o link do checkout leva. Servem para a gente saber quais divulgações funcionam, sempre em conjunto, e nunca para montar perfil de comportamento.
- Dados de cartão não passam por nós. Quem processa o pagamento é a ClickMax, e o número do seu cartão nunca chega aos nossos servidores.
Quando você preenche o formulário
- O seu primeiro nome, que é como o guia fala com você. Desde 31/08/2026 o formulário não pede mais e-mail nem WhatsApp: o contato que a gente tem é o da sua conta.
- Datas e horários da viagem, cidade e aeroporto de origem.
- Com quem você viaja: quantos adultos, quantas crianças e a idade de cada criança.
- Faixa de orçamento, ritmo, interesses, bairros, formas de pagamento pretendidas e as demais preferências de viagem.
- Se há limitação de mobilidade no grupo e a preferência alimentar (vegetariano ou vegano).
- Três respostas que não mudam nada no seu guia e existem só para a gente entender quem viaja para Santiago: o mês e o ano do seu nascimento (nunca o dia), o seu gênero e como você conheceu o produto. As três são opcionais.
Sobre as três perguntas de pesquisa: elas são as únicas do formulário que não servem ao seu guia, e sim à gente. Servem para saber quem compra e escrever melhor para essas pessoas, sempre em conjunto e nunca por pessoa. Por isso as três são opcionais de verdade: o formulário segue em frente se você deixar as três em branco, e o seu guia sai exatamente igual. A data pede só mês e ano, e nunca o dia, porque o dia não acrescenta nada a essa conta e aumentaria o estrago de qualquer vazamento.
Sobre mobilidade e preferência alimentar: a resposta de mobilidade pode revelar informação de saúde, e a de preferência alimentar (vegetariano ou vegano) pode revelar uma convicção pessoal. A lei trata as duas como dado sensível, com regra mais rígida. A gente pergunta por um motivo só, e ele é prático: mobilidade muda os avisos de ladeira e de terreno do guia, e preferência alimentar liga o filtro "Sem carne" do capítulo de pratos típicos e muda o aviso do que levar na mala. Elas não são obrigatórias, não vão para lugar nenhum além do seu guia, e você pode responder o formulário sem elas.
Sobre a idade das crianças: ela serve para o guia indicar o que é adequado a cada faixa etária, e nada além disso. Quem preenche o formulário deve ser o adulto responsável pela criança que vai viajar.
Quando você usa o guia
- Um identificador aleatório guardado num cookie do seu navegador, que distingue um aparelho de outro.
- Uma versão embaralhada (hash) do seu endereço de IP e do seu navegador, mais a data da primeira e da última abertura em cada aparelho.
- Quantas vezes a conta abriu o guia, e de quantos aparelhos.
Isso existe para uma coisa: perceber conta compartilhada com muita gente. A gente não usa esses dados para saber onde você está nem para montar perfil de comportamento.
Quando você salva favoritos no guia
- Os lugares que você marcou com estrela (restaurante, passeio, ponto turístico, loja, vinícola, praia): o nome e um retrato dos dados públicos do lugar, como bairro, endereço, coordenadas, site, telefone e Instagram.
- A nota que você escreve em cada favorito: texto livre, de até 500 caracteres.
- Se você marcou o lugar como "já fui", e quando.
- Quando você salvou, alterou e removeu cada um.
- O identificador aleatório do aparelho que fez a alteração, o mesmo cookie de aparelho do bloco acima.
- Como você prefere ordenar a tela de favoritos.
Isso existe para uma coisa: o que você salva no celular aparecer também no computador, e vice-versa. Esses dados ficam guardados na sua conta, no nosso banco de dados. O guia continua funcionando sem internet e sem sincronizar, porque cada aparelho guarda a própria cópia.
A nota é sua, e é livre. Você pode escrever nela o que quiser, inclusive coisa pessoal. Só lembre que ela fica guardada na sua conta. Ninguém aqui lê nota de cliente por rotina: o acesso a ela é o mesmo dos outros dados da sua conta.
Quando você fala com a gente
- Nome, e-mail e o que você escreveu, além do assunto escolhido.
- Uma versão embaralhada do seu endereço de IP, para perceber muitos pedidos de ajuda vindos do mesmo lugar.
- Tentativas de login e de recuperação de acesso, guardadas de forma embaralhada, para barrar quem fica testando senha.
- O endereço de IP e o navegador de cada acesso à sua conta, que o sistema de login guarda para proteger a conta.
- Quando você trocou a senha: a primeira vez, a última e quantas vezes, para o suporte conseguir responder se alguém trocou a sua senha.
Quando você começa a comprar e não termina
- Nome, e-mail e telefone, que você digitou no checkout, mais o que aconteceu com aquela tentativa: Pix gerado e não pago, pagamento recusado, ou checkout deixado pela metade.
Esses dados ficam na ClickMax, a mesma empresa que processa o pagamento, e servem para uma coisa só: lembrar você da compra que ficou pelo caminho, por e-mail e por WhatsApp. São no máximo algumas mensagens, e elas param sozinhas quando o pagamento entra. Quem já comprou não recebe nenhuma delas.
Você pode se opor a esse uso a qualquer momento, pelo link de descadastro de cada e-mail, pelo botão de sair de cada mensagem de WhatsApp ou escrevendo para a gente, e isso não muda nada na sua compra nem no seu acesso.
2. Para que serve, e com que base legal
| Para quê | Base legal |
|---|---|
| Criar a sua conta, montar o seu guia e manter o acesso por um ano | Execução do contrato (art. 7º, V) |
| Guardar os seus favoritos, as suas notas e a marca de "já fui" na conta, para aparecerem em todos os seus aparelhos | Execução do contrato (art. 7º, V) |
| Emitir nota fiscal e guardar o registro da venda | Obrigação legal (art. 7º, II) |
| Mandar os e-mails da compra: acesso, senha, confirmação e avisos | Execução do contrato (art. 7º, V) |
| Segurança: barrar tentativa de invasão, fraude e conta compartilhada | Legítimo interesse (art. 7º, IX) |
| Mobilidade e preferência alimentar, que são dados sensíveis | Consentimento específico e destacado (art. 11, I) |
| Idade das crianças que viajam | Melhor interesse da criança, com o responsável preenchendo (art. 14) |
| Melhorar o guia e entender o que as pessoas pedem | Legítimo interesse (art. 7º, IX), sempre em conjunto e nunca por pessoa |
| Entender quem compra o guia: mês e ano de nascimento, gênero e como você conheceu o produto | Consentimento (art. 7º, I), que você dá ao responder. Antes de enviar o formulário, basta deixar as três em branco. Depois de enviado, é só pedir pelo e-mail de contato e a gente apaga |
| Responder quem escreve pela tela de ajuda, mesmo sem ter comprado | Legítimo interesse (art. 7º, IX): sem o seu nome, o seu e-mail e o que você escreveu, não há como responder |
| Medir o uso das páginas abertas do site | Legítimo interesse (art. 7º, IX), sem cruzar com a sua conta |
| Saber de qual divulgação veio cada venda | Legítimo interesse (art. 7º, IX), sempre em conjunto e nunca para montar perfil de comportamento |
| Lembrar de quem começou a comprar e não terminou | Legítimo interesse (art. 7º, IX): você já tinha demonstrado interesse em comprar. Dá para se opor pelo link de descadastro de qualquer um desses e-mails ou pelo botão de sair das mensagens de WhatsApp |
A gente não vende os seus dados. Nem os aluga, nem os entrega para quem quer anunciar para você.
3. Com quem a gente compartilha
Só com quem faz o serviço funcionar, e só o necessário para cada um:
| Quem | Para quê | Onde fica |
|---|---|---|
| ClickMax | processar o pagamento, guardar os dados do checkout e lembrar quem não terminou a compra, por e-mail e WhatsApp | Brasil e Estados Unidos |
| Supabase | banco de dados e login | Brasil (São Paulo) |
| Vercel | hospedar o site e a aplicação | Estados Unidos |
| Resend | enviar os e-mails automáticos | Estados Unidos |
| Zoho | receber, guardar e responder os e-mails que você manda para o suporte | Estados Unidos |
| Cloudflare | DNS do domínio | Estados Unidos |
| Emissor de nota fiscal | emitir a sua nota | Brasil |
| Google Fontes | carregar as fontes que as páginas usam | Estados Unidos |
| AwesomeAPI | cotação de moeda mostrada dentro do guia | Brasil |
| Open-Meteo | previsão do tempo mostrada dentro do guia | Alemanha |
| Google (Tag Manager, Analytics e Ads) | contar as visitas da página inicial, da página de passeios e do checkout, contar as compras e medir o resultado dos nossos anúncios no Google | Estados Unidos |
| Meta (Facebook e Instagram) | medir o resultado dos nossos anúncios, a partir da página inicial, da página de passeios e do checkout | Estados Unidos |
Os cinco últimos entram por um caminho diferente dos outros: o seu próprio navegador é quem fala com eles enquanto a página carrega, e nessa conversa eles enxergam o seu endereço de IP e o navegador que você usa. A gente não manda nome, e-mail nem nada do que você respondeu para nenhum dos cinco. A exceção é o que você digita no checkout da ClickMax, explicada mais abaixo.
Os dois últimos merecem uma linha à parte, porque são de medição e não de funcionamento: eles rodam só na página inicial, na página de passeios e no checkout, e a seção 6 explica o que cada um faz. A Meta também recebe avisos do checkout da ClickMax, como explicado mais abaixo. Nenhum dos dois entra no formulário nem no guia.
No caso da Meta há um detalhe a mais, e é justo declará-lo: além de o seu navegador falar com ela, o nosso servidor também manda o aviso de que a página inicial ou a de passeios foi aberta, com o seu endereço de IP, o navegador que você usa, o número sorteado que a gente guarda no seu navegador (explicado na seção 6) e, quando existem, dois identificadores da própria Meta (o do cookie que ela grava no seu navegador e o do clique, se você chegou por um link ou anúncio do Facebook ou do Instagram). É o mesmo acontecimento contado duas vezes, para a contagem não depender do que o navegador consegue enviar. Nome, e-mail e o que você respondeu no formulário não vão nesse aviso, nem por um caminho nem pelo outro.
No caso do Google, o nosso servidor avisa a compra. Quando o pagamento é aprovado, ele manda ao Google Analytics o valor da compra, o número do pedido e o identificador de visita que o próprio Google Analytics gravou no seu navegador na página inicial, para a compra ser contada na mesma visita. Nome, e-mail e CPF não vão nesse aviso.
Nove desses ficam fora do Brasil, então há transferência internacional de dados, feita com as garantias que a LGPD exige (art. 33). A gente também entrega dado quando a lei ou uma ordem judicial obriga.
O checkout é da ClickMax, que tem regras próprias
O pagamento não acontece no nosso servidor: ele acontece na página de pagamento da ClickMax, servida no endereço pagar.sonhonochile.com. O que você digita lá (nome, e-mail, CPF, telefone e, no cartão, os dados do cartão) vai para a ClickMax e para a empresa que processa o cartão para ela. Os dados do cartão não chegam até nós.
Para processar o pagamento, a ClickMax segue a política de privacidade e os termos de uso dela, que valem para o que ela faz com esses dados como plataforma de pagamento. Os dois ficam no rodapé da própria página de pagamento. O que ela faz a nosso pedido, como lembrar quem não terminou a compra, segue esta política.
Uma configuração nossa merece aviso. No painel da ClickMax, a gente cadastrou o nosso pixel da Meta, para medir o resultado dos nossos anúncios. Com esse cadastro, a ClickMax avisa a Meta sobre o que acontece no checkout, como a compra concluída, e esses avisos podem levar o nome, o e-mail, o telefone e o CPF que você digitou lá.
O que chega da ClickMax até nós é o necessário para a venda existir (nome, e-mail, CPF, valor, meio de pagamento e a situação do pedido) e a origem da compra, descrita na seção 1.
4. Por quanto tempo a gente guarda
| O quê | Por quanto tempo |
|---|---|
| Registro da venda e da nota fiscal | 5 anos, por obrigação fiscal |
| De onde veio a sua compra (parâmetros de campanha e identificadores de anúncio) | o mesmo prazo do registro da venda |
| Conta, guia e respostas do formulário | enquanto o acesso durar, e por até 6 meses depois |
| Registros de abertura do guia | enquanto o acesso durar |
| Favoritos, notas e a marca de "já fui" | enquanto a conta existir. Um favorito que você remove não some na hora: ele fica marcado como removido, e é essa marca que avisa os seus outros aparelhos. O favorito removido só é apagado de vez quando a conta é apagada, e aí todos os favoritos vão junto, automaticamente |
| Conversas com o suporte | 2 anos |
| Tentativas de login | o tempo da janela de bloqueio, medido em horas |
| As três respostas de pesquisa (nascimento, gênero e como conheceu) | o mesmo prazo das outras respostas. Depois dele, viram estatística somada, sem ligação com você |
Passados os prazos, os dados são apagados ou ficam sem qualquer ligação com você. O registro fiscal é a exceção que a lei impõe: ele fica 5 anos, mesmo que a conta seja apagada.
5. Os seus direitos
A LGPD (art. 18) dá a você o direito de, a qualquer momento:
- saber se a gente trata dados seus, e quais são,
- pedir uma cópia deles,
- corrigir o que estiver errado ou desatualizado,
- pedir para apagar o que não for obrigatório a gente guardar,
- revogar o consentimento das respostas de mobilidade e alimentação, sem que isso encerre o seu acesso ao guia,
- pedir para apagar as três respostas de pesquisa (nascimento, gênero e como você conheceu o produto), sem que isso mude o seu guia nem o seu acesso,
- saber com quem a gente compartilhou,
- se opor a um tratamento feito por legítimo interesse.
Para exercer qualquer um deles, escreva para suporte@sonhonochile.com do e-mail que você usou na compra. A gente responde em até 15 dias.
Apagar a sua conta encerra o acesso ao guia, e isso não se desfaz. O registro fiscal da venda permanece pelo prazo da lei, sem servir a mais nada.
6. Cookies
Dentro da área logada (o formulário e o guia), a gente usa dois, e nenhum é de publicidade ou de rastreamento entre sites:
- o cookie de sessão, que é o que mantém você logado. Sem ele não há login.
- o cookie de aparelho, um número aleatório que distingue este aparelho dos outros, para a contagem de segurança do item 1.
Os dois são necessários para o serviço funcionar. Apagá-los no navegador faz você sair da conta e o aparelho passar a contar como novo.
Na página inicial do site, na página de passeios e no checkout, e só neles, rodam três ferramentas de medição, as três carregadas pelo Google Tag Manager (no checkout, o pixel da Meta vem também pela própria ClickMax, como explica a seção 3):
- o Google Analytics, que conta quantas pessoas visitaram cada uma dessas páginas e por onde chegaram. Ele grava cookies próprios do Google e enxerga o seu IP e o seu navegador.
- o Google Ads, que recebe a mesma visita e mede o resultado dos nossos anúncios no Google. Ele grava cookies de publicidade, que permitem ao Google reconhecer você como alguém que passou por aqui e voltar a lhe mostrar os nossos anúncios na busca, no YouTube e em sites parceiros do Google.
- o pixel da Meta, que mede o resultado dos nossos anúncios no Facebook e no Instagram. Ele grava um cookie de publicidade, e é justo dizer o que isso faz: ele permite que a Meta reconheça você como alguém que passou por aqui e volte a lhe mostrar os nossos anúncios dentro do Facebook e do Instagram.
Na página de passeios, o Google Analytics e o pixel da Meta também registram o clique no botão do WhatsApp e o nome do passeio a que ele se refere. O que você escreve na conversa não passa por nenhum dos dois.
As três não rodam dentro do formulário nem do guia, que são a parte paga e ficam atrás do login, e também não rodam nesta política nem nos termos: quem está lendo um contrato não vira público de anúncio.
Ainda na página inicial, quando você chega clicando num anúncio do Google, o endereço traz um identificador daquele clique. A gente o guarda no seu navegador por 30 dias e o repassa ao checkout se você for comprar. Ele serve para uma coisa só: saber qual anúncio trouxe a venda. Se você comprar, ele fica guardado junto do registro da venda, pelo mesmo prazo desse registro, e não é usado para lhe mostrar anúncio nenhum. Limpar os dados do site no navegador apaga a cópia que ficou nele.
No clique em comprar, o identificador de visita que o Google Analytics gravou no seu navegador também vai no endereço do checkout. Ele serve para a compra ser contada na mesma visita (seção 3), fica guardado junto do registro da venda pelo mesmo prazo, e sem o cookie do Google Analytics o link segue sem ele.
Na página inicial e na de passeios, a gente também guarda no seu navegador um cookie nosso, com um número sorteado. Ele dura até um ano e se renova a cada visita a uma dessas duas páginas. O número não carrega nome, e-mail nem nada do que você digitou: ele serve para a Meta reconhecer o mesmo navegador de uma visita para outra. Ele vai para a Meta junto com a visita, pelo pixel e pelo nosso servidor, e junto com os cliques que essas páginas registram, só pelo pixel. Ele não vai para mais ninguém. Limpar os dados do site no navegador apaga esse cookie.
O seu navegador consegue bloquear esses cookies, e nada do site deixa de funcionar por causa disso. O que o bloqueio impede é que as ferramentas e a gente guardem cookies no seu navegador, inclusive os de publicidade. Ele não impede que a sua visita seja contada: o aviso que o nosso servidor manda à Meta (seção 3) sai mesmo com os cookies bloqueados e com bloqueador de anúncio ligado, e leva o seu endereço de IP, o navegador que você usa e, se você chegou por um link ou anúncio do Facebook ou do Instagram, o identificador daquele clique.
Você pode ajustar o que a Meta faz com esses dados nas suas preferências de anúncio, dentro da conta do Facebook ou do Instagram, e o que o Google faz com eles nas configurações de anúncio da sua conta do Google.
7. Segurança
O guia e o formulário só abrem depois do login. O banco recusa qualquer leitura que não venha do nosso servidor, as senhas são guardadas de forma que nem a gente consegue lê-las, e as senhas conhecidas por vazamento são recusadas na hora de criar. Tudo trafega cifrado.
Nenhum sistema é infalível. Se acontecer um incidente que possa trazer risco a você, a gente avisa você e a Autoridade Nacional de Proteção de Dados, como a lei manda.
8. Mudanças nesta política
Quando esta política mudar, a data no alto muda junto. Se a mudança for grande, a gente avisa por e-mail antes de ela valer.
9. Encarregado de dados
A LGPD (art. 41) manda a gente dizer com quem você fala sobre os seus dados. É o mesmo endereço do suporte, e não uma caixa separada que ninguém lê:
Vale para qualquer um dos direitos da seção 5, e também para reclamação sobre o que a gente faz com o seu dado. A gente responde em até 15 dias.
Se a resposta não resolver, você pode levar o caso à ANPD, a Autoridade Nacional de Proteção de Dados, em gov.br/anpd.
Veja também os nossos Termos de uso, que explicam o que você compra, o prazo de desistência e como o acesso funciona.